2 de janeiro de 2017

Retrospectiva 2016 | Balanço Literário

2016 chegou ao fim, e nada melhor para começar o ano que fazer um balanço literário e relembrar as melhores (e as piores também) leituras do ano que passou. No post de hoje, trago o balanço literário, e também os destaques do ano, como faço sempre. Ainda essa semana, vou falar também sobre os melhores e piores do ano, e também responderei uma tag.


O balanço literário

Em 2016 fiz 79 leituras, sendo que dessas 26 eram contos, 7 eram antologias de contos, 4 eram novelas (uma das novelas foi uma releitura) e 42 eram livros (7 deles eram releituras). Também abandonei dois livros.

Além disso, iniciei a leitura de 13 novas sagas, finalizei quatro e dei continuidade a duas das séries que comecei nos anos anteriores. Confira abaixo a lista:

As séries que comecei:



Séries que terminei de ler:



Séries a que dei continuidade:


Além de fazer a contagem de séries, também observei outros números na minha estante, como a nacionalidade e o gênero dos autores. Em 2016, li 29 livros escritos por homens, de 19 autores diferentes. Li 46 livros escritos por mulheres, de 25 autoras diferentes. Para fazer essa contagem, desconsiderei antologias que reuniam vários autores, já que eu estava com preguiça de pegar uma por uma e verificar quem eram os autores de cada conto. Mas esses números já mostram que eu definitivamente li bem mais autoras que autores, embora não tenha feito uma decisão consciente de ler mais mulheres em 2016.

Em relação à nacionalidade, li 55 livros de autores nacionais, de 32 autores diferentes, e 24 livros de autores estrangeiros, de 13 autores diferentes; mais uma vez, desconsiderei as antologias de vários autores. O número não impressiona, já que acumulei bastantes e-books de autores nacionais com as promoções gratuitas da Amazon, o Pacotão Literário e revistas gratuitas como a Trasgo. Em 2017, pretendo continuar lendo muitos nacionais.

Também acho interessante notar que de todas as leituras, 30 foram de livros físicos (incluindo releitoras) e 49 de e-books, e creio que a tendência é que o número de e-books lidos aumente a cada ano.

Os destaques do ano

A saga que me conquistou


Das séries que iniciei em 2016, a que mais gostei foi Crônicas de Táiran, de Thais Lopes. Aqui você pode conferir a resenha do primeiro volume.


O livro de fantasia que me encantou


Eu poderia dizer que foi Exorcismos, amores e uma dose de blues, por ter feito meu gosto pela fantasia urbana (que nunca foi meu subgênero favorito da fantasia) aumentar.


Um livro que me decepcionou


Demônios não choram infelizmente não deu certo para mim, apesar da proposta interessante. Na resenha você pode entender por quê.

Um livro que me surpreendeu


Reverso, de Karen Alvares, até tem um defeito ou outro, e apesar de eu já saber que ia gostar, me surpreendeu por ter fugido de alguns clichês do gênero YA.

O melhor infanto-juvenil


Não li nenhum esse ano, então vou considerar aqui os livros YA. Dos que li, o que mais gostei foi, claro, Reverso. Mas, como ele já apareceu no tópico anterior, aqui vou escolher Vivian contra o Apocalipse, que também quebrou alguns clichês do gênero distopia.


O melhor personagem


Se Vin foi destaque em O Império Final e O Poço da Ascensão, Fantasma o foi em O Herói das Eras. Tendo finalmente ganhado destaque na saga, mostrou-se um personagem bem interessante, que cresceu bastante ao longo do livro.

O personagem menos interessante


2016 trouxe suas decepções, algumas delas, por causa de personagens mal caracterizados e, portanto, desinteressantes. Mas nenhum nome me vem à mente no momento; nenhum se destacou por ser o mais desinteressante possível.

O autor que me conquistou


É difícil citar só um, mas vou ficar com Priscilla Matsumoto. Ela tem um estilo de escrita diferente e suas tramas são inusitadas. Certamente é uma ótima pedida para quem quer algo que fuja completamente do “mais do mesmo”. Aqui você pode conferir a resenha da antologia Às vezes eu ouço minha voz em silêncio.

O melhor cenário


Não preciso nem pensar muito: certamente foi o da série Mistborn. Com as brumas, a Alomancia, Feruquemia e Hemalurgia, as chuvas de cinzas e tudo o mais, o universo da história não tinha como ser desinteressante.


O gênero literário que mais li


Não preciso nem contar: certamente foi fantasia, e isso é algo que dificilmente irá mudar nos próximos anos.

O gênero que gostaria ler mais


Li dois policiais esse ano (Iluminadas e Eu Vejo Kate), e um de fantasia com investigação (A Biblioteca Invisível, ainda sem resenha), e tive três ótimas experiências. Então acho que essa é minha deixa para ler mais policial.

TOP 3: As melhores capas


Com tantas editoras (e autores indies também) publicando livros com projetos gráficos lindos, até fica difícil escolher. Mas vou ficar com Coração de Aço, a edição 3 da Trasgo e A Torre Acima do Véu.




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