5 de setembro de 2016

Especial Semana da Pátria | Fui à Bienal do Livro!

Neste sábado, compareci à Bienal do Livro de São Paulo. Obviamente, estava tão lotado que fica difícil acreditar naqueles posts de internet que dizem que brasileiro não lê — ainda assim, vi muita coisa, comprei muitos livros (não tantos quanto queria, obviamente) e me diverti muito.

(Vocês vão notar que tirei fotos só dos livros que comprei depois que cheguei em casa, porque obviamente eu esqueci de tirar fotos durante o evento, mesmo estando o tempo todo com o celular).


Consegui entrar por volta de 11h, e depois de passar um tempo no estande da Saraiva (em que comprei dois livros), segui para o estande da Empíreo. Foi bem legal, porque eu conheci vários livros com premissas bem interessantes e que nem são muito divulgados por aí (inclusive, muitos livros são de escritores brasileiros). Além disso, conheci pessoalmente a Claudia Lemes, autora de Eu Vejo Kate (que eu já tinha antes de ir à Bienal), e teve leitura do prólogo do próximo livro dela, Um Martíni com o Diabo (nem preciso dizer que estou precisando do livro agora, não é?)


No estande da Pandorga, eu comprei Rubra: A Guerreira Carmesim, e ganhei um autógrafo da Gaby Firmo de Freitas. E tive sorte, porque depois fiquei sabendo que o livro esgotou às três da tarde, então devo ter pegado um dos últimos exemplares. E, apesar de eu já ter visto algumas fotos do livro pela internet, ele ainda assim me impressionou pela beleza — porque além de escritora, a Gaby ainda por cima é uma ilustradora talentosíssima.



Depois disso eu fui ao estande da Draco e comprei dois livros (embora a minha vontade fosse levar pelo menos uns 20): Reverso, da Karen Alvares, e Metrópole: Despertar, da Melissa de Sá. Obviamente que estão os dois autografados, e na verdade eu já terminei de ler Reverso (eu precisava saber do final). Além disso, conheci pessoalmente a Ana Lúcia Merege, autora da trilogia Athelgard e organizadora de algumas antologias da Draco (e que ajudou muito na organização de Trópicos Fantásticos, além de ter contribuído com um conto!) <3


Ainda ganhei marcadores de Inverso e Reverso, um espelho e um brinde especial!

Mas o mais legal mesmo foi ver que o estande da Draco estava tão movimentado, especialmente se considerarmos que não é uma editora tão grande e que publica ficção especulativa, um gênero nem tão popular aqui no Brasil. É isso aí, pessoal, vamos apoiar a literatura fantástica e a nacional!

Eu ainda passei no estande da Rocco (infelizmente, não consegui tirar foto na plataforma 9 e ¾, eles tinham fechado) e fiz rápidas visitas a outros estandes, como o da Pendragon, mas acabei tendo que ir embora cedo (lá pelas 15h) porque tinha compromisso em Jundiaí. Ainda assim, valeu muito a pena, e eu estou ansiosa para repetir a dose em 2018!

Isso foi o máximo que eu consegui!

Aliás, aqui vai a minha meta para 2018: ir para a Bienal como autora (e lembrar de tirar fotos)! É uma meta bem ambiciosa, eu sei, mas quem sabe?

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